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"E eu achava que tinha esquecido tudo (tudo!). Seu beijo. Seu olhar. Seu rosto. Seu sorriso. Seu gosto. Sua mania de dizer que estou errada. Sua pinta atrás da orelha direita. Sua vontade de me fazer rir a cada vez que eu fingia que estava brava. Sim, eu fingia. Sempre foi impossível ficar brava com você. Mas eu inventava fúrias e brigas bobas para dar mais emoção. Emoção ao quê?, hoje me pergunto. Nós já vivíamos tudo aquilo que pode ser mais emocionante em uma relação a dois. O que mais eu queria?, fico pensando. Não sei, queria e quero sempre tudo. E por erros bobos ou por estar completamente distraída deixo a realidade bonita e pura escapar entre meus dedos como fumaça. E fico aqui. Sem seu beijo. Sem seu olhar. Sem seu rosto. Sem seu sorriso. Sem seu gosto. Sem sua mania de dizer que estou errada. Sim, eu estava, estive, estou. Mas agora já é tarde. Me perdoa."
Clarissa Corrêa.  (via sorriso-so-risos)

Adoro quando as pessoas lembram de pequenos detalhes sobre mim.

mil vezes ser solteira desapegada do que ser corna e mal amada.

Aquela “amizade” que só entrou na sua vida, pra mostrar que o que sua mãe disse sobre não confiar em todo mundo, foi o melhor conselho.

"Não sei rir pela metade, nem ser quase amigo, muito menos meio amor. Eu gosto do exagero. Rir até perder o folêgo, ser amigo até o fim dos problemas e amar tão intensamente, a ponto de dar a vida por quem amo."
Pedro Pinheiro.  (via absolvedor)

A vida é tipo matemática, se tá fácil, tá errado.